Olimpíadas levantam debate sobre a sexualização das atletas

(Crédito: Instagram | @norwaybeachhandballwomen / Reprodução)



A abertura das Olimpíadas foi nesta sexta (23), mas jogos anteriores levantaram debates importantes sobre a sexualização das atletas. 

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O time de handebol feminino da Noruega foi multado pela Federação Europeia porque as atletas se recusaram a utilizar biquínis na competição. O grupo teve que pagar 1,5 mil euros.

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O time masculino pode usar shorts e camisas, enquanto as mulheres devem permanecer de biquíni. Essa incoerência, então, gerou muitos debates nas redes. 

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Ainda nas Olimpíadas de Tóquio, duas ginastas alemãs optaram por usar calças em vez de collant. Normalmente, as meninas que optam por essa roupa fazem isso por motivos religiosos.

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Mas as alemãs queriam protestar contra a hiperssexualização das atletas. Na mesma modalidade, por exemplo, homens sempre usam calças sem expor suas pernas e nádegas. 

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Infelizmente, não é a primeira vez que isso acontece. Nas Olimpíadas de 2012 em Londres, atletas de badminton foram obrigadas a usar saias ou vestidos pela Federação Internacional.

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A justificativa? As competidoras deveriam estar “mais femininas” nos jogos e “melhorar a apresentação da modalidade para o público”. 

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Ou seja, muitas federações esportivas insistem em uniformes femininos curtos e cavados por acreditarem que isso vai chamar atenção do público para competições femininas. 

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Isso é uma atitude machista e desrespeitosa com as atletas que estão lá e treinam tantos anos para as competições. Por sorte, as mulheres parecem querer mudar isso e o debate é o primeiro passo!

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