4 passos para o cenário ideal de acolhimento à mulher

Mães e o mercado de trabalho é um assunto que deve estar em pauta. Atualmente, vemos claramente como o preconceito acontece dentro das empresas com relação às maternas da nossa sociedade.

Será que as empresas dão atenção às dificuldades que elas têm em conciliar a carreira, saúde, desenvolvimento pessoal e ainda exercer a função materna? Veja qual seria o cenário ideal de acolhimento à mulher!

(Crédito: Divulgação)

De acordo com a médica Ana Bárbara Jannuzzi, o cenário ideal é aquele que acolhe a mulher, permitindo a coexistência de sua maternidade e de suas funções profissionais: “É aquele que entende que existe um bebê na vida daquela mãe agora, e ela pode precisar de alguma flexibilidade em determinados momentos”.

1 - Empresas precisam ter mais empatia

Algumas mães apresentam dificuldade de conciliar a carreira com a maternidade. É preciso ter a noção de que muitas delas disputam vagas em creches públicas e estão lidando com um novo momento, psicologicamente e emocionalmente falando.

2- Atenção a diferença salarial

Não é novidade a desigualdade quando falamos desse âmbito e é responsabilidade das empresas refletirem sobre o impacto da maternidade na carreira dessas mães, e não fiquem somente cobrando por seus desempenhos. É neste momento que elas procuram por mais estabilidade financeira ainda.

3-  Rede de apoio é muito importante

Depois que uma mãe volta ao mercado de trabalho, muitas das vezes temem por ter que provar a todo custo seu valor em determinada empresa. Por isso, uma boa rede de apoio é tão importante. É preciso mostrá-las que elas ainda possuem as mesmas habilidades e competências para se manter no jogo. 

4 - Um plano para reintegrar as novas mães em sua empresa





Muitas empresas têm ótimos programas de integração para novos funcionários, mas pesquisas revelam que quase nenhuma dá o mesmo nível de atenção às que retornam da licença maternidade. 


Estudos mostram que cada dólar investido na primeira infância (e aí se incluem as medidas de proteção ao aleitamento e ao vínculo mãe-bebê) retorna cerca de 7 dólares para a sociedade. "Investir nessa fase não é um gasto social/da empresa. É um investimento", finaliza  Ana Bárbara Jannuzzi.

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